Red flags — sinais de gravidade
- Síndrome coronariana aguda, IC descompensada, arritmia instável ou valvopatia grave sintomática
- Cirurgia após intervenção coronária recente com necessidade de alterar antitrombóticos
- Sintoma novo cardiovascular sem avaliação em cirurgia eletiva
Isto é respaldo, não prescrição. Quem fecha a conduta é você. Conteúdo destinado a profissionais de saúde.
Checklist rápido
- Definir urgência e risco do procedimento
- Pesquisar condições cardíacas ativas, doença cardiovascular, fragilidade e eventos prévios
- Estimar capacidade funcional e risco com ferramenta validada
- Revisar medicamentos, anticoagulantes/antiagregantes, stent e datas
- Alinhar decisão com cirurgia, anestesia e paciente
Conduta inicial
- 1Não usar 'liberação cardiológica'; estimar risco e propor mitigação
- 2Não solicitar teste de isquemia, eco ou biomarcadores de rotina em baixo risco quando não mudarão conduta
- 3Investigar somente se o resultado puder mudar cirurgia, monitorização ou tratamento
- 4Evitar revascularização profilática apenas para viabilizar cirurgia fora de indicações usuais
- 5Documentar manejo perioperatório de medicamentos e plano de vigilância
Exames
- ECG, biomarcadores, eco e teste de isquemia apenas conforme risco, sintomas e impacto na decisão
- Exames pré-operatórios devem responder pergunta clínica
Prescrição-modelo
Plano perioperatório em rascunho — confirmar procedimento, urgência, risco, capacidade funcional, stent e antitrombóticos com a equipe.
Recomendações
- Procedimento/urgência: ___
- Risco e capacidade funcional: ___
- Condições ativas: ___
- Plano medicamentoso/monitorização: ___
Exames
- Exames que mudam conduta: ___
Referências
- [1]Diretriz de Avaliação Cardiovascular Perioperatória da SBC — 2024, DOI 10.36660/abc.20240590
Conteúdo educacional de apoio à decisão, não substitui avaliação clínica direta, protocolo institucional nem julgamento do médico responsável.