Plano objetivo (o que muda, o que mantém, o que falta para alta)
Conduta inicial
1Identificação: nome, registro, dia de internação, dia pós-operatório (DPO) se aplicável.
2S (subjetivo): queixas do paciente, dor (escala numérica), aceitação de dieta, eliminações.
3O (objetivo): sinais vitais (PA, FC, FR, Tax, SatO2), balanço hídrico se relevante; exame físico dirigido por aparelhos, com ênfase no foco da internação; ferida operatória / dreno (aspecto, débito) / sonda; exames laboratoriais e de imagem novos.
4A (avaliação): síntese do raciocínio — está evoluindo bem, há sinal de alerta, hipótese para achado novo.
5P (plano): condutas objetivas — manter, suspender ou iniciar medicação; exames a solicitar; critério para alta; orientações à equipe.
Exames
Não aplicável diretamente — depende do quadro de base do paciente.
Prescrição-modelo
Recomendações
Não aplicável — a evolução referencia a prescrição vigente, não a substitui.
Referências
[1]Resolução CFM nº 1.638/2002 — define prontuário médico e seu conteúdo mínimo, Conselho Federal de Medicina, 2002
[2]Weed LL — Medical Records That Guide and Teach, New England Journal of Medicine, 1968 (origem do formato SOAP)
Conteúdo educacional de apoio à decisão, não substitui avaliação clínica direta, protocolo institucional nem julgamento do médico responsável. A evolução é documento médico-legal — deve refletir exame real do dia, nunca ser copiada sem reavaliação.
No plantão, a Curie levanta o que as diretrizes e a literatura dizem sobre o seu caso, com a fonte à vista. Quem fecha a conduta é você.