mgusmielomaeletroforese

Gamopatia monoclonal — diferenciar MGUS de mieloma e dano de órgão

Como avaliar um pico monoclonal incidental sem perder mieloma ativo?

Red flags — sinais de gravidade

  • Hipercalcemia, injúria renal ou anemia inexplicada
  • Dor óssea/fratura
  • Hiperviscosidade
  • Suspeita de amiloidose ou depósito renal
Isto é respaldo, não prescrição. Quem fecha a conduta é você.

Conteúdo destinado a profissionais de saúde.

Checklist rápido

  • Quantificar componente e imunofixação/cadeias leves
  • Pesquisar anemia, rim, cálcio, dor óssea, fraturas e infecções
  • Revisar neuropatia, proteinúria e sinais de amiloidose
  • Estratificar risco e necessidade de medula/imagem

Conduta inicial

  1. 1Encaminhar dano de órgão ou biomarcador definidor com urgência
  2. 2Não tratar MGUS assintomática
  3. 3Definir seguimento por risco
  4. 4Evitar rastreio populacional indiscriminado

Exames

  • Eletroforese/imunofixação e cadeias leves
  • Hemograma, creatinina, cálcio e urina
  • Imagem e medula conforme hematologia

Prescrição-modelo

Plano em rascunho — confirmar diagnóstico, gravidade, comorbidades, contraindicações e diretriz vigente.

Recomendações

  • Hipótese e gravidade: ___
  • Conduta compartilhada: ___
  • Sinais de alarme: ___
  • Monitorização e retorno: ___

Exames

  • Investigação dirigida: ___

Referências

  1. [1]International Myeloma Working Group Criteria
  2. [2]ASH guidance on MGUS

Conteúdo educacional de apoio à decisão, não substitui avaliação clínica direta, protocolo institucional nem julgamento do médico responsável.

No plantão, a Curie levanta o que as diretrizes e a literatura dizem sobre o seu caso, com a fonte à vista. Quem fecha a conduta é você.

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