O paciente relata tontura/instabilidade persistente há semanas ou meses, sem crise aguda no momento — como diferencio uma causa central que precisa de investigação de uma causa periférica benigna, no ambulatório?
Red flags — sinais de gravidade
- Erro que mata: atribuir a uma causa periférica benigna uma tontura crônica com nistagmo vertical/direção variável, ataxia de marcha desproporcional à tontura relatada, ou outro sinal cerebelar/de tronco — esses achados pedem investigação central
- Instabilidade progressiva associada a diplopia, disartria ou déficit focal — suspeitar de lesão de fossa posterior
- Fatores de risco cardiovascular importantes com quadro atípico para causa periférica — considerar doença cerebrovascular de pequenos vasos