Red flags — sinais de gravidade
- Declarar irressecável apenas por número/tamanho sem avaliação hepatobiliar
- Biópsia percutânea de lesão típica potencialmente ressecável sem discussão
- Fígado remanescente insuficiente
- Progressão rápida/doença extra-hepática não controlável
Isto é respaldo, não prescrição. Quem fecha a conduta é você. Conteúdo destinado a profissionais de saúde.
Checklist rápido
- Mapear número/distribuição, doença extra-hepática e biologia tumoral
- Avaliar possibilidade de R0 preservando fígado futuro funcional
- Revisar quimioterapia prévia, CEA e mutações relevantes
- Discutir ressecção, ablação, estratégia em etapas e tumor primário
Conduta inicial
- 1Encaminhar cedo à equipe hepatobiliar
- 2Usar RM hepática e TC para planejamento
- 3Definir sequência sistêmica/cirúrgica individualizada
- 4Planejar preservação de parênquima e alternativas combinadas
Exames
- TC tórax/abdome/pelve e RM hepática
- CEA e perfil molecular conforme oncologia
- Volumetria e função hepática quando necessário
Prescrição-modelo
Plano em rascunho — confirmar ressecabilidade em equipe hepatobiliar, biologia, fígado futuro e sequência.
Recomendações
- Carga/distribuição: ___
- Fígado futuro: ___
- Estratégia: ___
- Sequência: ___
Referências
- [1]Diretrizes ESMO de câncer colorretal metastático
- [2]Consensos hepatobiliares sobre metástases colorretais
Conteúdo educacional de apoio à decisão, não substitui avaliação clínica direta, protocolo institucional nem julgamento do médico responsável.