Red flags — sinais de gravidade
- Ruptura tumoral ou pseudocápsula violada
- Linfadenectomia rotineira sem indicação
- Iniciar terapia alvo sem diagnóstico/mutação apropriados
- Biópsia de massa ressecável com risco desnecessário de ruptura
Isto é respaldo, não prescrição. Quem fecha a conduta é você. Conteúdo destinado a profissionais de saúde.
Checklist rápido
- Definir sítio, tamanho, relação anatômica e metástases
- Avaliar necessidade de histologia/mutação antes de terapia sistêmica
- Planejar ressecção R0 preservando órgão e sem ruptura
- Considerar redução pré-operatória quando evita cirurgia mutiladora, após confirmação molecular
Conduta inicial
- 1Discutir com equipe experiente
- 2Considerar vigilância endoscópica em GIST gástrico menor que 2 cm sem características de alto risco, conforme protocolo
- 3Evitar manipulação e fragmentação
- 4Não exigir margem ampla nem linfadenectomia de rotina
- 5Registrar ruptura, mitoses, tamanho, sítio e mutação para risco/adjuvância
Exames
- TC contrastada; RM em sítios selecionados
- Histologia DOG1/CD117 e perfil molecular antes de terapia-alvo; PDGFRA D842V é resistente ao imatinibe
- Avaliação de resposta por imagem durante terapia
Prescrição-modelo
Plano em rascunho — confirmar diagnóstico, mutação, risco de ruptura, estratégia preservadora e terapia sistêmica.
Recomendações
- Sítio/tamanho: ___
- Biópsia/mutação: ___
- Estratégia: ___
- Ruptura/risco: ___
Referências
- [1]Diretrizes ESMO-EURACAN-GENTURIS de GIST
- [2]Consenso brasileiro de GIST
Conteúdo educacional de apoio à decisão, não substitui avaliação clínica direta, protocolo institucional nem julgamento do médico responsável.