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TDAH no adulto — diagnóstico longitudinal e diferenciais

O adulto relata desatenção e desorganização. Como confirmar início precoce e prejuízo em mais de um contexto?

Red flags — sinais de gravidade

  • Mania, psicose, intoxicação ou risco suicida
  • Dor/síncope ao esforço, cardiopatia relevante ou história familiar de morte súbita antes de estimulante
  • Uso ativo descontrolado de substância ou risco de desvio
Isto é respaldo, não prescrição. Quem fecha a conduta é você.

Conteúdo destinado a profissionais de saúde.

Checklist rápido

  • Documentar sintomas presentes antes dos 12 anos, mesmo sem diagnóstico formal na infância, além de persistência, prejuízo e presença em dois ou mais contextos
  • Buscar registros/informante quando possível e consentido
  • Diferenciar ansiedade, depressão, bipolaridade, trauma, sono, substâncias e causas clínicas
  • Avaliar cardiovascular, uso indevido/desvio e objetivos funcionais antes de terapia

Conduta inicial

  1. 1Não diagnosticar por escala online isolada
  2. 2Definir metas funcionais e oferecer intervenções organizacionais/psicoeducação
  3. 3Se fármaco for considerado, confirmar diagnóstico, PA/FC, peso, comorbidades e interações; monitorar sono, apetite, uso indevido/desvio e resposta funcional
  4. 4Reavaliar sono, humor, substâncias, peso e função

Exames

  • Sem exame confirmatório
  • PA/FC e avaliação clínica cardiovascular; ECG apenas quando indicado
  • Escalas apoiam, não substituem história longitudinal

Prescrição-modelo

Plano em rascunho — confirmar critérios desde infância, prejuízo, diferenciais, risco cardiovascular e de uso indevido.

Recomendações

  • Evidência na infância: ___
  • Prejuízo por contexto: ___
  • Diferenciais: ___
  • Metas/monitorização: ___

Exames

  • Avaliação indicada: ___

Referências

  1. [1]Attention deficit hyperactivity disorder: diagnosis and management, NICE NG87
  2. [2]World Federation of ADHD International Consensus Statement, 2021

Conteúdo educacional de apoio à decisão, não substitui avaliação clínica direta, protocolo institucional nem julgamento do médico responsável.

No plantão, a Curie levanta o que as diretrizes e a literatura dizem sobre o seu caso, com a fonte à vista. Quem fecha a conduta é você.

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