Investigar hábitos associados (hidratação, atividade sexual, uso de espermicida, higiene)
Perguntar sobre atrofia urogenital em pacientes na pós-menopausa
Conduta inicial
1Confirmar cada episódio com urocultura antes de rotular como recorrência
2Priorizar medidas não antibióticas primeiro: hidratação adequada, revisão de hábitos, estrogênio vaginal tópico em pacientes na pós-menopausa
3Se medidas comportamentais insuficientes, considerar profilaxia antibiótica contínua em baixa dose ou pós-coital
4Autotratamento guiado (paciente inicia antibiótico prescrito ao surgir sintoma típico) em casos selecionados e bem orientados
5Reavaliar periodicamente a necessidade de manter profilaxia
Exames
Urocultura com antibiograma em cada episódio sintomático, antes de tratar
USG de vias urinárias ou outro exame de imagem se houver sinal de complicação
Prescrição-modelo
Plano em rascunho — confirmar ausência de fatores complicadores, resultado de urocultura e adesão a medidas não antibióticas antes de indicar profilaxia.
Medicamentos
Profilaxia antibiótica contínua em baixa dose ou pós-coital (ex.: nitrofurantoína) — esquema e duração: ___
Estrogênio vaginal tópico se pós-menopausa: ___
Recomendações
Número de episódios e culturas confirmatórias: ___
Fatores complicadores excluídos: ___
Medidas comportamentais tentadas: ___
Sinais de alarme para retorno (febre, dor lombar): ___
Exames
Investigação complementar dirigida: ___
Referências
[1]Recurrent Uncomplicated Urinary Tract Infections in Women: AUA/CUA/SUFU Guideline — American Urological Association / Canadian Urological Association / SUFU, publicada em 2019, confirmada em 2022, com emenda em 2025
Conteúdo educacional de apoio à decisão, não substitui avaliação clínica direta, protocolo institucional nem julgamento do médico responsável.
No plantão, a Curie levanta o que as diretrizes e a literatura dizem sobre o seu caso, com a fonte à vista. Quem fecha a conduta é você.